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Carnaval: relato de uma paciente foliã

Conheça a história de paixão da paciente Clotildes Honório pelo Carnaval. Nascida na Zona Norte do Rio de Janeiro, a paciente da Clínica de Doenças Renais, de Vicente de Carvalho, não esconde o vínculo afetivo construído pela data e o apreço que tem por toda a animação envolvida nessa grande festa popular.

A paixão de Clotildes Honório pelo Carnaval nasceu por forte influência do pai, Oracy. Nascida na Zona Norte do Rio de Janeiro, a paciente da Clínica de Doenças Renais, de Vicente de Carvalho, não esconde o vínculo afetivo construído pela data e o apreço que tem por toda a animação envolvida nessa grande festa popular.  “Eu gosto de bloco, de escola de samba. Se tem alegria estou dentro”, afirma.

A sua escola de samba do coração? É a União de Jacarepaguá. Tendo o seu pai como um dos fundadores e seus familiares como integrantes, a contadora aposentada assiste aos desfiles todo ano e não economiza na vibração e na torcida. “A gente se reúne na casa da minha avó e fica comentando o desfile, as fantasias, onde erraram ou acertaram”. Para ela, esse é um momento que também carrega um valor familiar.   

Nesse período, a paciente relata que os cuidados com a saúde renal permanecem os mesmos. A foliã entende a importância de ser pontual nas sessões de hemodiálise, ainda que isso corresponda a um desfile de escola de samba não assistido. “Esse ano, não assistirei ao desfile da União de Jacarepaguá porque vai acontecer de domingo para segunda. E, na segunda de manhã, tenho hemodiálise. O bom é que as pessoas filmam e me enviam”.

No Centro de Nefrologia e Diálise onde Clotildes faz o tratamento sempre acontecem ações em celebração à data. Nelas, os pacientes e profissionais usam adereços, escutam marchinhas e tiram fotos. Para ela, essa integração é muito importante. “Mesmo que você esteja sentado ali na máquina, o pensamento voa, você se alegra e participa do movimento da marchinha. É o que falo: viva com alegria, ainda que haja complicações devido à doença renal. Alegria é tudo que a gente precisa para ter mais saúde”, conclui.