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Avaliação e definição de progressão

Avaliação da DRC

Avaliação da cronicidade

Em pessoas com TFG <60 ml/min/1,73 m² (DRC 3a a DRC 5) ou com marcadores de lesão renal, reveja os antecedentes e as medições prévias para determinar a duração da doença renal.1

  • Se duração >3 meses, é confirmada DRC. Siga as recomendações para a DRC.1
  • Se duração não for >3 meses ou desconhecida, não é confirmada a DRC. Os pacientes podem sofrer de DRC ou de doenças renais agudas – incluindo lesão renal aguda (LRA) – ou de ambas, e os testes devem ser repetidos em conformidade.1

Avaliação da causa

Avalie o contexto clínico, incluindo histórico pessoal e familiar, fatores sociais e ambientais, medicamentos, exame físico, análises laboratoriais, imagiologia e diagnóstico patológico, para determinar as causas da doença renal. 1

Avaliação da TFG

A comunidade nefrológica recomenda o uso de uma equação de estimativa da creatinina sérica e de uma TFG para a avaliação inicial.1

Sugere-se ainda o uso de testes adicionais (como a cistatina C ou uma medição da depuração) para a confirmação em circunstâncias específicas, quando a TFGe baseada na creatinina sérica é menos precisa.1

Avaliação da albuminúria

Para o teste inicial da proteinúria, a comunidade nefrológica sugere, se possível, a colheita da primeira urina da manhã, e as seguintes medições: relação albumina/creatinina na urina (ACR); relação proteína/creatinina na urina; urinálise por tira de reagente para proteínas totais com leitura automatizada; urinálise por tira de reagente para proteínas totais com leitura manual.1

Recomenda-se que os laboratórios clínicos indiquem a ACR e a relação proteína/creatinina na urina em amostras de urina sem hora, além da concentração de albumina ou concentrações de proteinúria, ao invés das concentrações isoladamente.1

O termo microalbuminúria deve deixar de ser utilizada por laboratórios.1

Definição da progressão

Pelo menos uma vez por ano, avalie a TFG e a albuminúria em pessoas com DRC. Avalie a TFG e a albuminúria com maior frequência em indivíduos com risco mais elevado de progressão, e/ou quando a medição possa ter impacto nas decisões terapêuticas. O quadro abaixo mostra o número mínimo recomendado de consultas.1